No site PEDRAS PRECIOSAS BRASILEIRAS, está disposta uma lista interessante das pedras preciosas brasileiras e vale a pena conferir.
http://www.pedraspreciosasbrasileiras.com.br/pedras.php?categoria=galeria
Para quem tem a oportunidade, vale visitar o setor de mineralogia do Museu de Ciência e Técnica, em Ouro Preto.
http://www.museu.em.ufop.br/museu/mineralogia.php
Em casa, minha intenção é apenas trazer uma variedade de pedras simples, para que os meninos explorem cores, texturas, peso, temperatura e, é claro, a beleza indescritível presente na composição dos minerais que demoram tanto tempo para nos mostrar a perfeição da natureza em ação.
Por intermédio da sugestão de uma querida amiga, mãe e companheira de trabalho, montei uma cesta para deixar na estante da sala.
As únicas pedras mais conhecidas aqui são a Esmeralda e a Olho de Tigre. Interessante como, sem saber seu valor monetário ou de sua importância maior em relação às outras pedras mais comuns, os pequenos Prósperos voltaram sua atenção para essas duas pedras por iniciativa própria.
Como atividade, apenas mostrei o cesto para nosso caçula. Não apresentei como trabalho, tampouco montei uma maneira de utilizar o material. Apenas exploratório.
O incrível é que o próprio pequenino Próspero acabou "montando" sua maneira própria de explorar as pedras.
Em seu livro " A CRIANÇA", Maria Montessori relata a presença da sensibilidade à ordem desde o primeiro ano de vida do ser humano, estendendo-se no segundo. Esta necessidade de ordem do ambiente e de sua rotina é visível aos olhos mais atentos.
Neste caso, como observadora científica, consigo ver a necessidade da ordem no simples manuseio do material. Ora, eu não havia colocado uma regra de utilização, tampouco apresentado o material de maneira específica. Mas meu pequenino tratou de organizar um modo de trabalhar com as pedras de maneira organizada e sistemática.
A partir daí, durante 26 minutos de trabalho e exploração, nosso pequeno Próspero explorou com suas mãos, passou as pedras em seu rosto, mostrou-me algumas.
As diferentes texturas e cores realmente chamam a atenção dos pequenos. Uma outra coisa interessante é a baixa temperatura dos minerais. Nosso Próspero mais velho comparou ao gelo.
Ao encostar a pedra no rosto, a temperatura é melhor percebida pelo meu pequenino.
Só posso dizer que foi uma manhã deliciosa ao lado deste pequeno explorador e que, com certeza, aprimorarei meus conhecimentos sobre mineralogia e trarei novas peças para meus Prósperos!
























































